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Proteção Veicular Goiania, Goias

Você sabe como higienizar o seu carro no atual momento?

A OMS (Organização Mundial da Saúde), indica que todos os ambientes precisam ser devidamente higienizados para, assim, evitar o contágio ao coronavírus (COVID-19).

E o seu carro é um desses ambientes!

Abaixo, trazemos para você, motorista, algumas dicas e cuidados necessários para minimizar os riscos de contágio.

1. Esvazie sua lixeira portátil diariamente;


2. Mantenha seu ar condicionado limpo. O ideal é que a limpeza do mesmo seja feita a cada 6 meses ou, pelo menos, uma vez ao ano;


3. Utilize álcool isopropílico para limpar peças plásticas (ele não as danifica);


4. Limpe os bancos e carpetes com solução de sabão neutro e água e depois remova a solução com um pano seco. É essencial fazer a remoção com um pano seco, para que as bactérias não proliferem;


5. Aspire o interior do seu carro, principalmente nas costuras e dobras dos bancos.

Extra:
Se você trabalha como motorista, dê uma atenção especial também às superfícies com as quais os usuários do veículo entrarão em contato.

Importante:
Tenha sempre álcool gel (70°) no seu carro e utilize ele ao entrar e sair do mesmo. Também peça para quem entrar no seu carro (sejam familiares ou passageiros) utilizarem.

Siga essas orientações para higienizar o seu carro, proteja-se!

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Diferença entre vitrificação e cristalização

A manutenção do veículo deve cuidar, sim, do correto funcionamento do motor, mas existem outros tópicos importantes. Por exemplo, investir na estética automotiva é uma demanda que vem aumentando cada vez mais. Existem diversos serviços que contribuem para melhorias na carcaça do veículo, como em seu funcionamento. Esses serviços também contribuem no tempo de vida útil do automóvel. Neste artigo, você conhecerá a diferença entre vitrificação e cristalização, dois serviços de estética para carros que são importantíssimos. Continue a leitura!

Vitrificação

Vitrificação é um processo recorrente para quem busca melhorar a estética automotiva. No serviço, é executada uma camada de proteção para a pintura automotiva, bem resistente e contra sujeiras. Além disso, é altamente preparada para variações climáticas e raios UV, responsáveis naturais por danos em carros. A película aplicada é de excelente qualidade e protege o carro fortemente de sujeiras, fezes de aves, seivas de árvores, entre outros.

Cristalização

O serviço de cristalização também é conhecido como espelhamento e serve como uma camada protetora para a pintura automotiva. O produto não causa danos à lataria, tinta, etc. É uma camada fina de resina com mais durabilidade que a cera comum. Em geral, dura menos tempo que a vitrificação e resiste menos a sujeiras, mas é mais econômico.

Utilização e diferenças

Tudo vai depender da sua capacidade de investimento. A diferença entre vitrificação e cristalização está principalmente no tempo de duração. Além disso, o primeiro entrega uma superfície totalmente lisa, enquanto a cristalização, mesmo que repita quase o mesmo brilho, não é tão liso. Porém, a diferença de preços entre os dois é o que vai definir qual dos dois você vai contratar.

Vantagens

A vitrificação e cristalização contam com outros procedimentos como o polimento, e ambos entregam muito brilho e qualidade para a superfície do carro. Com a vitrificação, seu automóvel não fica com sujeiras impregnadas, o que também acontece na cristalização, mas com menos intensidade. As vantagens para os dois serviços são: durabilidade (mediante cuidados, mesmo que vitrificação dure consideravelmente mais que cristalização), beleza, segurança e vida útil estendida para a pintura automotiva.

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Proteção Veicular: Como funciona?

proteção veicular

Para começar, é importante explicar que a proteção veicular funciona como uma associação entre proprietários de veículos. Ao assinar o contrato, o proprietário se torna um dos associados e passa, portanto, a fazer parte do sistema de rateio.

Com as contribuições mensais de cada um dos associados, forma-se um fundo comum, utilizado em casos de sinistro. Quando algum dos associados precisa recorrer à proteção veicular por algum sinistro (um furto, por exemplo), esse dinheiro sai do fundo comum. Assim, basicamente, funciona o rateio.

A indenização para os associados acontece de forma direta, sem tantas burocracias quanto nos seguros privados.

As associações de proteção veicular são, por definição, organizações sem fins lucrativos e esse é um dos motivos pelos quais os preços das mensalidades são, sim, bem menores do que as alíquotas de seguros privados.

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CNH Digital Como Funciona

A CNH digital deveria ser oferecida em todo o país a partir de julho de 2018, mas a maioria dos estados se antecipou e já disponibiliza o sistema. Na prática, a carteira de habilitação eletrônica (CNH-e) vai ter o mesmo valor jurídico da impressa, que continuará sendo emitida.

Primeiro é preciso ter a CNH impressa no formato atual, com QR code (modelo abaixo). Quem tem a versão antiga, precisará pedir uma segunda via ou renovar a impressa para, então, solicitar a digital. Não é necessário esperar a CNH vencer para renová-la.

O segundo passo é cadastrar-se no no Portal de Serviços do Denatran.

Entre no item “cadastro” do menu à esquerda:

Após preencher o cadastro, o site avisa que enviou um link de ativação do cadastro.

Verifique seu email e ative o cadastro:

É preciso ir ao Detran onde foi emitida a CNH impressa para confirmar seus dados (quem optar por usar um certificado digital, que é pago, pode fazer todo o processo online).

Caberá a cada Detran cobrar ou não pela via digital, e determinar um valor a ser pago.

O próximo passo é baixar o aplicativo gratuito da CNH digital, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android).

Cuidado com apps falsos: o oficial (imagem abaixo) é gratuito para baixar e nele está escrito o nome do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), que desenvolveu o sistema.

O acesso ao aplicativo é feito por meio de um código de ativação que o Denatran enviará por e-mail aos usuários inscritos.

Por fim, é preciso criar uma senha de 4 dígitos para acessar o documento no celular.

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Fim do seguro DPVAT

O DPVAT é um seguro obrigatório que protege os brasileiros em casos de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (valor de 13.500 reais), invalidez permanente (de 135 reais a 13.500 reais) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até 2.700 reais). A proteção é assegurada por um período de até 3 anos. Dos recursos arrecadados pelo seguro obrigatório, 50% vão para a União, sendo 45% para o Sistema Único de Saúde para custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito, e 5% são para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os outros 50% são direcionados para despesas, reservas e pagamento de indenizações.

Presidência editou Medida Provisória que acaba com seguro obrigatório. Sistema pagou R$ 1,9 bilhões em indenizações para vítimas de acidentes

O Governo Federal editou uma Medida Provisória que extingue o Seguro Obrigatório a partir de 2020. O DPVAT indeniza e custeia o tratamento de vítimas de acidentes de trânsito. A justificativa é o custo elevado de regulação e supervisão do uso do seguro.

O governo terá vantagem, mas os benefícios para os donos de carros, por exemplo, não estão claros. Como custa  R$ 16,21, pagos junto do licenciamento anual, o valor acaba sendo bem diluído.

A medida provisória que acaba com o seguro entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União. Porém, precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em 120 dias para não perder a validade. De acordo com a Seguradora Líder, em 2018, o país atingiu a quantidade de 18 indenizações pagas por morte, pelo seguro DPVAT, a cada 100 mil habitantes. Como comparação, a taxa de mortalidade por crimes violentos, como homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi de 24,75, segundo a entidade. Nos últimos dez anos, foram pagas mais de 485 mil indenizações do seguro obrigatório por este tipo de ocorrência, sendo as motocicletas as principais responsáveis.

A medida entra em vigor em 1º de janeiro de 2020. Em comunicado, o Ministério da Economia afirmou que a MP poderá evitar fraudes no DPVAT e amenizar ou eliminar os custos de supervisão do seguro por parte do setor público.

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Na Proteção Veicular, quando posso acionar o Guincho?

Nos casos em que o veículo esteja impedido de se locomover por seus próprios meios, esse acionamento poderá ser feito em todo território nacional, bastando apenas entrar em contato no numero 0800 030 6672 respeitando os limites e exclusões.

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O que fazer na Proteção Veicular em caso de Evento/Acidente (Colisões, Furto, Roubo, Incêndio, etc…)?

Ligar imediatamente a Policia Militar e Civil, providenciar o boletim de ocorrência. Informar a ELEVATON CLUBE DE BENEFÍCIOS no telefone do escritório. Caso seja necessário algum serviço de assistência 24 horas, ligar no número 0800 030 6672 e solicitar o serviço de reboque.

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Qual a diferença entre a Proteção Veicular e a Seguradora?

Associação são empresas sem fins lucrativos, enquanto que uma companhia de seguro visa o lucro para distribuir entre seus sócios, são empresas mercantis. Na prática, o funcionamento do plano de benefícios de proteção veicular de uma associação é parecido com os regulamentos das companhias de seguros, no que aborda os veículos. As associações oferece planos de benefícios de proteção veicular, e nunca em nenhuma hipótese, poderá ser confundida com empresas mercantis que exploram o ramo de seguros.

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O que é proteção veicular?

Contratar um seguro de carro é quase um item essencial para rodar nas grandes cidades. Porém, devido ao preço ou falta de aceitação, muitos motoristas procuram alternativas, como proteção veicular.

A associação de proteção veicular é um grupo que tem a finalidade de proteger o veículo contra roubos, furtos ou danos.

Geralmente as entidades que comercializam este serviço são chamadas de cooperativas de proteção veicular, cooperativas de seguros ou associações de seguros.

A contratação de uma associação de proteção veicular envolve menos burocracia do que a de um seguro. Mas é preciso que a associação seja ética e transparente para com os associados.

Existem algumas diferenças entre as modalidades, que vão desde a forma como o serviço é contratado até as condições de garantia, direitos e deveres. Elas podem ser determinantes, dependendo do uso que faz do seu veículo e do que espera com a escolha.

A primeira diferença entre eles está na forma de contratação e de fornecimento. O seguro auto é ofertado por empresas seguradoras, as quais têm interesses econômicos privados. Já a proteção veicular funciona por meio de associações cooperativas sem fins lucrativos. Dessa forma, reúnem pessoas para dividir os custos e as despesas com a proteção dos veículos.

Normalmente, a proteção veicular é mais barata do que os seguros automotivos. Contudo, é preciso considerar as diferenças nas garantias, nos direitos e deveres para fazer a opção.

Adesão

Para aderir ao seguro automotivo, primeiramente, é necessário que o veículo passe por uma inspeção e seja avaliado por um profissional da seguradora. A partir disso, o pedido do cliente será certificado para que seja feita a definição do valor a ser pago, que é integral, mas pode ser parcelado.

Assim como nos seguros, na proteção veicular, o carro também é inspecionado e avaliado. O interessado deverá pagar uma taxa e assinar o termo de adesão. Esse documento oficializa a associação, fazendo com que a proteção passe a vigorar. O pagamento é cobrado na forma de mensalidades atribuídas aos associados, que podem variar, a depender do acúmulo de prejuízo.

Apólice

Ao contratar um seguro auto, o cliente tem acesso à apólice. É nela que estão descritos os deveres e as responsabilidades da seguradora e do cliente. Nesse caso, os riscos são de responsabilidade da seguradora e os eventuais custos são transferidos para ela.

No caso da proteção veicular, no entanto, não há apólice. A garantia de proteção é dada pelo contrato assinado pelos associados, no qual se comprometem a responsabilizar-se mutuamente sobre os veículos.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas e estão sujeitas às normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Isso é o que protege os clientes e fornece garantias legais.

A proteção veicular não conta com uma regulamentação forte. Uma vez que esse serviço é fornecido por associações, as únicas instituições que regem e definem a legalidade das operações são o Código Civil Brasileiro e a Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB), o que pode tornar a resolução de problemas mais burocrática.

Cobertura

Em geral, a cobertura oferecida pelos seguros automotivos é a mesma: garantia contra roubos, furtos, incêndios, colisões e danos a terceiros. Contudo, normalmente, são oferecidos outros tipos de cobertura com custos adicionais, que podem ser muito úteis, como assistência 24 horas e outros serviços.

A cobertura oferecida pelas associações de proteção veicular é praticamente a mesma. A diferença é que, nesse caso, dificilmente encontram-se coberturas adicionais, que podem fazer falta, dependendo de como usa o seu veículo.

As Associações de Proteção Veicular não podem oferecer “Seguros”, pois não são
reguladas pela SUSEP, mas apesar disso, podem oferecer a possibilidade de proteger seu
veículo por valores menores, com mais agilidade e menos burocracia.

A Proteção Veicular é um serviço legal, baseado na Constituição Federal e no Código Civil. Mas, para garantir que você está se Associando a uma entidade séria é necessário tomar uma série de cuidados, como por exemplo, verificar a estrutura física das instalações da Associação e se a documentação está toda em dia e devidamente registrada em cartório.

Além disso, fique atento à internet e às redes sociais. Pesquise o nome da Associação em sites de reclamações e veja se ela responde às reclamações que lá se encontram. Uma associação que não responde às reclamações não pode ser uma entidade muito séria.