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Proteção Veicular Goiania, Goias

Fim do seguro DPVAT

O DPVAT é um seguro obrigatório que protege os brasileiros em casos de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (valor de 13.500 reais), invalidez permanente (de 135 reais a 13.500 reais) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até 2.700 reais). A proteção é assegurada por um período de até 3 anos. Dos recursos arrecadados pelo seguro obrigatório, 50% vão para a União, sendo 45% para o Sistema Único de Saúde para custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito, e 5% são para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os outros 50% são direcionados para despesas, reservas e pagamento de indenizações.

Presidência editou Medida Provisória que acaba com seguro obrigatório. Sistema pagou R$ 1,9 bilhões em indenizações para vítimas de acidentes

O Governo Federal editou uma Medida Provisória que extingue o Seguro Obrigatório a partir de 2020. O DPVAT indeniza e custeia o tratamento de vítimas de acidentes de trânsito. A justificativa é o custo elevado de regulação e supervisão do uso do seguro.

O governo terá vantagem, mas os benefícios para os donos de carros, por exemplo, não estão claros. Como custa  R$ 16,21, pagos junto do licenciamento anual, o valor acaba sendo bem diluído.

A medida provisória que acaba com o seguro entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União. Porém, precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em 120 dias para não perder a validade. De acordo com a Seguradora Líder, em 2018, o país atingiu a quantidade de 18 indenizações pagas por morte, pelo seguro DPVAT, a cada 100 mil habitantes. Como comparação, a taxa de mortalidade por crimes violentos, como homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi de 24,75, segundo a entidade. Nos últimos dez anos, foram pagas mais de 485 mil indenizações do seguro obrigatório por este tipo de ocorrência, sendo as motocicletas as principais responsáveis.

A medida entra em vigor em 1º de janeiro de 2020. Em comunicado, o Ministério da Economia afirmou que a MP poderá evitar fraudes no DPVAT e amenizar ou eliminar os custos de supervisão do seguro por parte do setor público.

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Na Proteção Veicular, quando posso acionar o Guincho?

Nos casos em que o veículo esteja impedido de se locomover por seus próprios meios, esse acionamento poderá ser feito em todo território nacional, bastando apenas entrar em contato no numero 0800 030 6672 respeitando os limites e exclusões.

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O que fazer na Proteção Veicular em caso de Evento/Acidente (Colisões, Furto, Roubo, Incêndio, etc…)?

Ligar imediatamente a Policia Militar e Civil, providenciar o boletim de ocorrência. Informar a ELEVATON CLUBE DE BENEFÍCIOS no telefone do escritório. Caso seja necessário algum serviço de assistência 24 horas, ligar no número 0800 030 6672 e solicitar o serviço de reboque.

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O que é proteção veicular?

Contratar um seguro de carro é quase um item essencial para rodar nas grandes cidades. Porém, devido ao preço ou falta de aceitação, muitos motoristas procuram alternativas, como proteção veicular.

A associação de proteção veicular é um grupo que tem a finalidade de proteger o veículo contra roubos, furtos ou danos.

Geralmente as entidades que comercializam este serviço são chamadas de cooperativas de proteção veicular, cooperativas de seguros ou associações de seguros.

A contratação de uma associação de proteção veicular envolve menos burocracia do que a de um seguro. Mas é preciso que a associação seja ética e transparente para com os associados.

Existem algumas diferenças entre as modalidades, que vão desde a forma como o serviço é contratado até as condições de garantia, direitos e deveres. Elas podem ser determinantes, dependendo do uso que faz do seu veículo e do que espera com a escolha.

A primeira diferença entre eles está na forma de contratação e de fornecimento. O seguro auto é ofertado por empresas seguradoras, as quais têm interesses econômicos privados. Já a proteção veicular funciona por meio de associações cooperativas sem fins lucrativos. Dessa forma, reúnem pessoas para dividir os custos e as despesas com a proteção dos veículos.

Normalmente, a proteção veicular é mais barata do que os seguros automotivos. Contudo, é preciso considerar as diferenças nas garantias, nos direitos e deveres para fazer a opção.

Adesão

Para aderir ao seguro automotivo, primeiramente, é necessário que o veículo passe por uma inspeção e seja avaliado por um profissional da seguradora. A partir disso, o pedido do cliente será certificado para que seja feita a definição do valor a ser pago, que é integral, mas pode ser parcelado.

Assim como nos seguros, na proteção veicular, o carro também é inspecionado e avaliado. O interessado deverá pagar uma taxa e assinar o termo de adesão. Esse documento oficializa a associação, fazendo com que a proteção passe a vigorar. O pagamento é cobrado na forma de mensalidades atribuídas aos associados, que podem variar, a depender do acúmulo de prejuízo.

Apólice

Ao contratar um seguro auto, o cliente tem acesso à apólice. É nela que estão descritos os deveres e as responsabilidades da seguradora e do cliente. Nesse caso, os riscos são de responsabilidade da seguradora e os eventuais custos são transferidos para ela.

No caso da proteção veicular, no entanto, não há apólice. A garantia de proteção é dada pelo contrato assinado pelos associados, no qual se comprometem a responsabilizar-se mutuamente sobre os veículos.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas e estão sujeitas às normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Isso é o que protege os clientes e fornece garantias legais.

A proteção veicular não conta com uma regulamentação forte. Uma vez que esse serviço é fornecido por associações, as únicas instituições que regem e definem a legalidade das operações são o Código Civil Brasileiro e a Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB), o que pode tornar a resolução de problemas mais burocrática.

Cobertura

Em geral, a cobertura oferecida pelos seguros automotivos é a mesma: garantia contra roubos, furtos, incêndios, colisões e danos a terceiros. Contudo, normalmente, são oferecidos outros tipos de cobertura com custos adicionais, que podem ser muito úteis, como assistência 24 horas e outros serviços.

A cobertura oferecida pelas associações de proteção veicular é praticamente a mesma. A diferença é que, nesse caso, dificilmente encontram-se coberturas adicionais, que podem fazer falta, dependendo de como usa o seu veículo.

As Associações de Proteção Veicular não podem oferecer “Seguros”, pois não são
reguladas pela SUSEP, mas apesar disso, podem oferecer a possibilidade de proteger seu
veículo por valores menores, com mais agilidade e menos burocracia.

A Proteção Veicular é um serviço legal, baseado na Constituição Federal e no Código Civil. Mas, para garantir que você está se Associando a uma entidade séria é necessário tomar uma série de cuidados, como por exemplo, verificar a estrutura física das instalações da Associação e se a documentação está toda em dia e devidamente registrada em cartório.

Além disso, fique atento à internet e às redes sociais. Pesquise o nome da Associação em sites de reclamações e veja se ela responde às reclamações que lá se encontram. Uma associação que não responde às reclamações não pode ser uma entidade muito séria.