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Proteção Veicular Goiania, Goias

Proteção Veicular: Como funciona?

proteção veicular

Para começar, é importante explicar que a proteção veicular funciona como uma associação entre proprietários de veículos. Ao assinar o contrato, o proprietário se torna um dos associados e passa, portanto, a fazer parte do sistema de rateio.

Com as contribuições mensais de cada um dos associados, forma-se um fundo comum, utilizado em casos de sinistro. Quando algum dos associados precisa recorrer à proteção veicular por algum sinistro (um furto, por exemplo), esse dinheiro sai do fundo comum. Assim, basicamente, funciona o rateio.

A indenização para os associados acontece de forma direta, sem tantas burocracias quanto nos seguros privados.

As associações de proteção veicular são, por definição, organizações sem fins lucrativos e esse é um dos motivos pelos quais os preços das mensalidades são, sim, bem menores do que as alíquotas de seguros privados.

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CNH Digital Como Funciona

A CNH digital deveria ser oferecida em todo o país a partir de julho de 2018, mas a maioria dos estados se antecipou e já disponibiliza o sistema. Na prática, a carteira de habilitação eletrônica (CNH-e) vai ter o mesmo valor jurídico da impressa, que continuará sendo emitida.

Primeiro é preciso ter a CNH impressa no formato atual, com QR code (modelo abaixo). Quem tem a versão antiga, precisará pedir uma segunda via ou renovar a impressa para, então, solicitar a digital. Não é necessário esperar a CNH vencer para renová-la.

O segundo passo é cadastrar-se no no Portal de Serviços do Denatran.

Entre no item “cadastro” do menu à esquerda:

Após preencher o cadastro, o site avisa que enviou um link de ativação do cadastro.

Verifique seu email e ative o cadastro:

É preciso ir ao Detran onde foi emitida a CNH impressa para confirmar seus dados (quem optar por usar um certificado digital, que é pago, pode fazer todo o processo online).

Caberá a cada Detran cobrar ou não pela via digital, e determinar um valor a ser pago.

O próximo passo é baixar o aplicativo gratuito da CNH digital, que estará nas lojas oficiais da Apple e do Google (para aparelhos Android).

Cuidado com apps falsos: o oficial (imagem abaixo) é gratuito para baixar e nele está escrito o nome do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), que desenvolveu o sistema.

O acesso ao aplicativo é feito por meio de um código de ativação que o Denatran enviará por e-mail aos usuários inscritos.

Por fim, é preciso criar uma senha de 4 dígitos para acessar o documento no celular.

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Fim do seguro DPVAT

O DPVAT é um seguro obrigatório que protege os brasileiros em casos de acidentes de trânsito, sem apuração da culpa. Ele pode ser destinado a qualquer cidadão acidentado em território nacional, seja motorista, passageiro ou pedestre, e oferece três tipos de coberturas: morte (valor de 13.500 reais), invalidez permanente (de 135 reais a 13.500 reais) e reembolso de despesas médicas e suplementares (até 2.700 reais). A proteção é assegurada por um período de até 3 anos. Dos recursos arrecadados pelo seguro obrigatório, 50% vão para a União, sendo 45% para o Sistema Único de Saúde para custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito, e 5% são para o Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Os outros 50% são direcionados para despesas, reservas e pagamento de indenizações.

Presidência editou Medida Provisória que acaba com seguro obrigatório. Sistema pagou R$ 1,9 bilhões em indenizações para vítimas de acidentes

O Governo Federal editou uma Medida Provisória que extingue o Seguro Obrigatório a partir de 2020. O DPVAT indeniza e custeia o tratamento de vítimas de acidentes de trânsito. A justificativa é o custo elevado de regulação e supervisão do uso do seguro.

O governo terá vantagem, mas os benefícios para os donos de carros, por exemplo, não estão claros. Como custa  R$ 16,21, pagos junto do licenciamento anual, o valor acaba sendo bem diluído.

A medida provisória que acaba com o seguro entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União. Porém, precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em 120 dias para não perder a validade. De acordo com a Seguradora Líder, em 2018, o país atingiu a quantidade de 18 indenizações pagas por morte, pelo seguro DPVAT, a cada 100 mil habitantes. Como comparação, a taxa de mortalidade por crimes violentos, como homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi de 24,75, segundo a entidade. Nos últimos dez anos, foram pagas mais de 485 mil indenizações do seguro obrigatório por este tipo de ocorrência, sendo as motocicletas as principais responsáveis.

A medida entra em vigor em 1º de janeiro de 2020. Em comunicado, o Ministério da Economia afirmou que a MP poderá evitar fraudes no DPVAT e amenizar ou eliminar os custos de supervisão do seguro por parte do setor público.

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O que fazer na Proteção Veicular em caso de Evento/Acidente (Colisões, Furto, Roubo, Incêndio, etc…)?

Ligar imediatamente a Policia Militar e Civil, providenciar o boletim de ocorrência. Informar a ELEVATON CLUBE DE BENEFÍCIOS no telefone do escritório. Caso seja necessário algum serviço de assistência 24 horas, ligar no número 0800 030 6672 e solicitar o serviço de reboque.

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Qual a diferença entre a Proteção Veicular e a Seguradora?

Associação são empresas sem fins lucrativos, enquanto que uma companhia de seguro visa o lucro para distribuir entre seus sócios, são empresas mercantis. Na prática, o funcionamento do plano de benefícios de proteção veicular de uma associação é parecido com os regulamentos das companhias de seguros, no que aborda os veículos. As associações oferece planos de benefícios de proteção veicular, e nunca em nenhuma hipótese, poderá ser confundida com empresas mercantis que exploram o ramo de seguros.

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O que é proteção veicular?

Contratar um seguro de carro é quase um item essencial para rodar nas grandes cidades. Porém, devido ao preço ou falta de aceitação, muitos motoristas procuram alternativas, como proteção veicular.

A associação de proteção veicular é um grupo que tem a finalidade de proteger o veículo contra roubos, furtos ou danos.

Geralmente as entidades que comercializam este serviço são chamadas de cooperativas de proteção veicular, cooperativas de seguros ou associações de seguros.

A contratação de uma associação de proteção veicular envolve menos burocracia do que a de um seguro. Mas é preciso que a associação seja ética e transparente para com os associados.

Existem algumas diferenças entre as modalidades, que vão desde a forma como o serviço é contratado até as condições de garantia, direitos e deveres. Elas podem ser determinantes, dependendo do uso que faz do seu veículo e do que espera com a escolha.

A primeira diferença entre eles está na forma de contratação e de fornecimento. O seguro auto é ofertado por empresas seguradoras, as quais têm interesses econômicos privados. Já a proteção veicular funciona por meio de associações cooperativas sem fins lucrativos. Dessa forma, reúnem pessoas para dividir os custos e as despesas com a proteção dos veículos.

Normalmente, a proteção veicular é mais barata do que os seguros automotivos. Contudo, é preciso considerar as diferenças nas garantias, nos direitos e deveres para fazer a opção.

Adesão

Para aderir ao seguro automotivo, primeiramente, é necessário que o veículo passe por uma inspeção e seja avaliado por um profissional da seguradora. A partir disso, o pedido do cliente será certificado para que seja feita a definição do valor a ser pago, que é integral, mas pode ser parcelado.

Assim como nos seguros, na proteção veicular, o carro também é inspecionado e avaliado. O interessado deverá pagar uma taxa e assinar o termo de adesão. Esse documento oficializa a associação, fazendo com que a proteção passe a vigorar. O pagamento é cobrado na forma de mensalidades atribuídas aos associados, que podem variar, a depender do acúmulo de prejuízo.

Apólice

Ao contratar um seguro auto, o cliente tem acesso à apólice. É nela que estão descritos os deveres e as responsabilidades da seguradora e do cliente. Nesse caso, os riscos são de responsabilidade da seguradora e os eventuais custos são transferidos para ela.

No caso da proteção veicular, no entanto, não há apólice. A garantia de proteção é dada pelo contrato assinado pelos associados, no qual se comprometem a responsabilizar-se mutuamente sobre os veículos.

Regulamentação

As seguradoras são regulamentadas e estão sujeitas às normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Isso é o que protege os clientes e fornece garantias legais.

A proteção veicular não conta com uma regulamentação forte. Uma vez que esse serviço é fornecido por associações, as únicas instituições que regem e definem a legalidade das operações são o Código Civil Brasileiro e a Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB), o que pode tornar a resolução de problemas mais burocrática.

Cobertura

Em geral, a cobertura oferecida pelos seguros automotivos é a mesma: garantia contra roubos, furtos, incêndios, colisões e danos a terceiros. Contudo, normalmente, são oferecidos outros tipos de cobertura com custos adicionais, que podem ser muito úteis, como assistência 24 horas e outros serviços.

A cobertura oferecida pelas associações de proteção veicular é praticamente a mesma. A diferença é que, nesse caso, dificilmente encontram-se coberturas adicionais, que podem fazer falta, dependendo de como usa o seu veículo.

As Associações de Proteção Veicular não podem oferecer “Seguros”, pois não são
reguladas pela SUSEP, mas apesar disso, podem oferecer a possibilidade de proteger seu
veículo por valores menores, com mais agilidade e menos burocracia.

A Proteção Veicular é um serviço legal, baseado na Constituição Federal e no Código Civil. Mas, para garantir que você está se Associando a uma entidade séria é necessário tomar uma série de cuidados, como por exemplo, verificar a estrutura física das instalações da Associação e se a documentação está toda em dia e devidamente registrada em cartório.

Além disso, fique atento à internet e às redes sociais. Pesquise o nome da Associação em sites de reclamações e veja se ela responde às reclamações que lá se encontram. Uma associação que não responde às reclamações não pode ser uma entidade muito séria.